17/07/10
Manejo da Biodiversidade com base no desenvolvimento comunitário


Manejo da Biodiversidade com base no desenvolvimento comunitário

 

Manejo da Biodiversidade com base no desenvolvimento comunitário
A ação visa apoiar projetos voltados à iniciativas comunitárias conservacionistas protagonizadas por mulheres (pescadoras, marisqueiras, quebradeiras de coco babaçu e agricultoras familiares em geral) cujos objetivos visem a gestão sustentável dos recursos naturais, bem como a geração de renda para núcleos familiares e a valorização do saber tradicional.
Os projetos devem enfocar a utilização dos recursos da sociobiodiversidade. Entende-se por sociobiodiversidade a relação entre bens e serviços gerados a partir de recursos naturais, voltados à formação de cadeias produtivas de interesse de agricultores familiares e povos e comunidades tradicionais.
Desta forma, poderão ser apoiadas espécies de todos os biomas brasileiros, desde que seja comprovada a agregação de valor socioambiental como: sementes nativas, crioulas, artesanato, etc.
Somente a título de exemplo citamos as cadeias produtivas da castanha do Brasil, babaçu, andiroba, entre outras, que garantam a inclusão produtiva por meio de tecnologias sustentáveis.
Estratégias:
  • Fomentar cadeias de produtos da base conservacionista;
  • Dialogar com as políticas públicas e legislação pertinente (Plano de manejo de Unidades de Conservação, Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade);
  • Demonstrar sustentabilidade ambiental, social e econômica;
  • Contribuir para o melhor aproveitamento, agregação de valor a produtos e/ou sub-produtos;
  • Envolver todos os segmentos da área de abrangência da proposta na elaboração, proposição e execução;
  • Incluir, no seu escopo, o monitoramento dos recursos manejadas e dos possíveis impactos das ações de manejo sobre o ecossistema;
  • Prever estratégias de controle social e gestão participativa.
Resultados esperados:
  • Fortalecimento de alternativas econômicas para a comunidade envolvida, promovendo a gestão territorial compartilhada e sustentável;
  • Aprimoramento da utilização sustentável dos recursos naturais pelas próprias comunidades;
  • Proteção à biodiversidade, agrobiodiversidade e/ou conhecimentos tradicionais associados, por meio da criação, consolidação e fortalecimento de instâncias representativas das comunidades;
Possíveis Proponentes: Instituições Públicas e Instituições Privadas Sem Fins Lucrativos
Duração: 12 meses
Valor mínimo e máximo: R$ 200.000,00 a R$ 300.000,00
Despesas de capital: Até 40% do valor solicitado ao FNMA
Fonte: http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=1 , acessado dia 17/07/2010, as 11:29h.